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Declaração polêmica

Lula afirma que Exército não tem recursos nem para “comprar bala para treinar”

25/01/2026 14h02
Lula afirma que Exército não tem recursos nem para “comprar bala para treinar”

O presidente Luiz Inácio da Silvaafirmou, na última sexta-feira, 23, que as brasileiras enfrentam limitações orçamentárias severas, a ponto de, em alguns momentos, não disporem sequer de recursos para treinamento básico. A declaração ocorreu durante um discurso dirigido a integrantes do MST, em Salvador, enquanto o petista comentava ações e declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Segundo Lula, ao contrário do discurso de exaltação do poder bélico feito por Trump, o vive uma realidade marcada por restrições financeiras nas áreas militares. “Tenho um Exército, uma Marinha, Aeronáutica que muitas vezes não têm dinheiro nem para comprar bala para treinar”, declarou.

Segundo Lula, ao contrário do discurso de exaltação do poder bélico feito por Trump, o vive uma realidade marcada por restrições financeiras nas áreas militares. “Tenho um Exército, uma Marinha, Aeronáutica que muitas vezes não têm dinheiro nem para comprar bala para treinar”, declarou.

Durante a fala, Lula mencionou que Trump costuma destacar publicamente a superioridade militar norte-americana, citando aviões, navios e armamentos de última geração. Para o presidente brasileiro, esse tipo de discurso contrasta com sua visão sobre o papel do Brasil no cenário internacional.

“Toda vez que o presidente Trump fala na televisão, ele fala: ‘Eu tenho o exército mais forte do mundo, tenho os melhores aviões do mundo, os navios mais fortes do mundo’. Ele agora falou em Davos: ‘Eu tenho armas que vocês nem sabem o poder’. Eu fico olhando e eu falo: ‘Eu não tenho nada’”, afirmou.

Na sequência, Lula reforçou que não pretende adotar uma postura de confronto armado com outras nações. “Eu não quero fazer guerra armada com os Estados Unidos. Não quero fazer guerra armada com a China. Não quero fazer guerra armada com a Rússia. Não quero nem com o e com a Bolívia. Eu quero fazer guerra com o poder do convencimento, com argumento, com narrativas, mostrando que a democracia é imbatível”, disse.


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