Notícias
Venezuela libera acesso ao X após mais de um ano de bloqueio
Retomada ocorre de forma gradual e marca reabertura da circulação de informações após período de restrições políticas
Depois de mais de um ano de restrições, a população da Venezuela voltou a ter acesso à rede social X, antigo Twitter. A liberação ocorreu na noite desta terça-feira (13), já sob o comando do governo interino, após a queda do ditador Nicolás Maduro.
O bloqueio havia sido determinado por Maduro após as eleições presidenciais de julho de 2024, classificadas como fraudulentas por apurações independentes. À época, a suspensão da plataforma foi interpretada como uma tentativa de controlar a circulação de informações e conter críticas ao regime.
Apesar da liberação, o acesso à rede social ainda não é totalmente uniforme. Testes realizados por jornalistas indicam que usuários da operadora Digitel já conseguem utilizar o X normalmente, enquanto clientes das operadoras Movistar e Cantv ainda enfrentam instabilidade ou restrições.
A retomada, portanto, ocorre de forma gradual e desigual em diferentes regiões do país.
Com o fim do bloqueio, autoridades do governo interino voltaram a se manifestar publicamente na plataforma. A presidente interina, Delcy Rodríguez, reapareceu no X e comentou a reabertura do acesso, defendendo união, estabilidade econômica e justiça social.
WhatsApp
Receba notícias do Em Tempo Notícias no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar a nossa comunidade:
https://chat.whatsapp.com/K8GQKWpW3KDKK8i88MtzsuComentários
Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do Em tempo Notícias ou de seus colaboradores.
últimas
-
TRAGÉDIA
MP acompanha investigações de acidente que matou 16 em Alagoas
-
CARAVANA
Tragédia: 16 romeiros morrem em acidente com ônibus em AL
-
HOMENAGEM
Tutmés Airan sugere a mudança de nome da Av. Fernandes Lima
-
Tragédia
Acidente grave na parte alta de Maceió deixa motociclista morto durante a madrugada
-
Levantamento
Guerra na Ucrânia já custou mais de 1 milhão de baixas à Rússia, aponta estudo internacional


