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Polícia Civil investiga denúncias de cobranças abusivas e possível extorsão na Praia do Gunga
Turistas relataram exigência de pagamentos elevados mesmo sem consumo; polícia reforçou fiscalização no local
A Polícia Civil de Alagoas esteve na Praia do Gunga, no município de Roteiro, Litoral Sul do estado, para apurar denúncias de cobranças abusivas e possíveis casos de extorsão contra turistas que frequentam o local. As investigações tiveram início após o relato de uma mulher que afirmou ter sido vítima da prática durante visita recente à praia.
De acordo com a denúncia, a vítima é alagoana, residente na Itália, e estava em Alagoas passando férias. Ela relatou que se sentou em um estabelecimento da praia e chegou a sinalizar alguns pratos do cardápio, mas precisou cancelar o pedido após o marido passar mal. Mesmo sem consumir alimentos ou bebidas, a mulher afirmou que só conseguiu deixar o local após pagar R$ 800.
Segundo o delegado Bruno Fernandes, caso os fatos sejam confirmados, a situação pode configurar os crimes de extorsão e constrangimento ilegal. Equipes da Polícia Civil estiveram na região para apurar a denúncia e reforçar a presença policial de forma preventiva.
Ainda conforme o delegado, representantes ligados à atividade comercial da área se comprometeram a colaborar com as investigações e a coibir esse tipo de prática. Até o momento, no entanto, não foi possível identificar os responsáveis pela cobrança relatada.
“Nosso objetivo é evitar que essas práticas voltem a acontecer. É causar esse impacto. Fomos ontem e vamos voltar outras vezes. Caso aconteça, vamos instaurar os procedimentos cabíveis, apurar os fatos e responsabilizar todos os envolvidos”, afirmou Bruno Fernandes em entrevista à TV Pajuçara, no programa Fique Alerta, nesta quinta-feira (8).
Durante a presença das equipes policiais na Praia do Gunga, nenhuma irregularidade foi registrada.
Segunda denúncia na semana
Essa é a segunda denúncia envolvendo a Praia do Gunga apenas nesta semana. Na primeira, um turista de São Paulo usou as redes sociais para relatar uma série de supostos golpes sofridos por ele e outras quatro pessoas durante a visita ao local.
Segundo o relato, dois casais decidiram fazer um passeio de quadriciclo, ao custo de R$ 100 por pessoa, com pagamento aceito apenas em dinheiro. Como não tinham o valor em espécie, os turistas afirmaram que um homem realizava a troca de PIX por dinheiro no local, cobrando juros pela operação.
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