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Suspeito de matar mulher em Arapiraca é reconhecido por outras duas vítimas por importunação sexual

Homem confessou o assassinato de Cícera Laura da Silva e foi preso poucas horas após identificação pela Polícia Civil

Por Redação 08/01/2026 09h09
Suspeito de matar mulher em Arapiraca é reconhecido por outras duas vítimas por importunação sexual

A prisão do homem suspeito de assassinar Cícera Laura da Silva, de 47 anos, em Arapiraca, ganhou novos contornos nesta quarta-feira (07). Após a detenção, outras duas mulheres procuraram a Polícia Civil e relataram ter sido vítimas de importunação sexual praticada pelo mesmo investigado.

O corpo de Cícera Laura foi encontrado na terça-feira (6), no Bosque das Arapiracas, o que deu início a uma força-tarefa conduzida pela 4ª Delegacia Regional de Polícia (4ª DRP), com apoio da Unidade de Atendimento ao Local de Crime 3 (UALC 3). A investigação avançou rapidamente a partir da análise de imagens de câmeras de segurança e informações de inteligência.

Identificado ainda no mesmo dia, o suspeito foi localizado enquanto trabalhava em uma serralharia no bairro Alto do Cruzeiro. Durante a abordagem, ele confessou o crime, segundo a Polícia Civil, e foi preso poucas horas após a descoberta do corpo.

Na sequência, os policiais foram até a residência do homem, onde recolheram roupas e acessórios que teriam sido usados no momento do assassinato. As peças apreendidas coincidem com registros em vídeo que ajudaram a confirmar a autoria do homicídio.

O delegado Edberg Oliveira, responsável pela 4ª DRP, destacou que a rapidez das diligências foi decisiva para evitar a fuga do suspeito. Segundo ele, a atuação integrada das equipes permitiu a identificação e captura do autor em curto espaço de tempo.

Com a prisão, o caso passou a revelar um possível padrão de comportamento. Duas mulheres formalizaram denúncias relatando episódios de importunação sexual atribuídos ao investigado, ampliando o escopo da apuração policial.

Natural de Marau, no Rio Grande do Sul, o homem residia em Arapiraca e segue preso, à disposição da Justiça. A Polícia Civil continua os procedimentos legais e avalia a conexão entre os relatos das novas vítimas e o crime que vitimou Cícera;

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