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Alistamento militar de 2026 começa em janeiro e mantém adesão voluntária de mulheres
Prazo vai até 30 de junho; serviço segue obrigatório para homens de 18 anos e oferece 1.467 vagas femininas nas Forças Armadas
O alistamento militar referente ao ano de 2026 teve início no começo de janeiro e permanecerá aberto até o dia 30 de junho. A inscrição é obrigatória para homens que completam 18 anos ao longo deste ano e, pelo segundo ano consecutivo, também está disponível para mulheres que desejarem ingressar de forma voluntária no serviço militar.
O procedimento pode ser realizado de forma online, por meio do sistema oficial de alistamento, inclusive por brasileiros que residem no exterior. Quem preferir pode procurar presencialmente a Junta de Serviço Militar mais próxima a partir dos primeiros dias de janeiro, conforme o calendário local.
Para 2026, o Ministério da Defesa disponibilizou 1.467 vagas destinadas ao serviço militar feminino. Do total, 1.010 oportunidades são para o Exército, 300 para a Aeronáutica e 157 para a Marinha. A pasta prevê a ampliação gradual dessas vagas nos próximos anos, conforme a consolidação do programa.
O número de municípios participantes também aumentou de forma significativa. Enquanto em 2025 a iniciativa estava presente em 28 cidades de 13 estados e do Distrito Federal, neste ano o programa alcança 145 municípios distribuídos em 21 estados, além do DF. No primeiro ano de funcionamento, mais de 33 mil mulheres realizaram o alistamento.
Segundo o Ministério da Defesa, o alistamento é essencial para a renovação anual dos efetivos das Forças Armadas e contribui para a formação cidadã, disciplina e capacitação técnica dos jovens. O serviço também é visto como estratégico para a criação de uma reserva de pessoal qualificado para situações de defesa nacional e apoio a ações subsidiárias.
Após a inscrição, os candidatos passam por etapas como seleção geral, designação, seleção complementar e, por fim, incorporação ou matrícula. Os jovens alistados em 2026 devem iniciar o serviço no começo de 2027, com duração inicial de um ano, podendo haver prorrogação por até oito anos, conforme critérios das Forças Armadas.
O governo federal reforça que quem não estiver em dia com as obrigações militares fica sujeito a diversas restrições legais, como impedimentos para obter passaporte, matrícula em instituições de ensino, ingresso no serviço público e participação em concursos, além da emissão de documentos profissionais.
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