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Feminicídios e violência homofóbica mantêm números elevados no Brasil durante o governo Lula

Dados recentes apontam crescimento de registros e reacendem debate sobre eficácia das políticas públicas

Por Redação com agências 04/01/2026 15h03
Feminicídios e violência homofóbica mantêm números elevados no Brasil durante o governo Lula
Presidente Lula (PT) - Foto: Evaristo SA / AFP

Os índices de feminicídio e violência contra a população LGBTQIA+ continuam em patamares elevados no Brasil nos últimos anos e têm alimentado um intenso debate público durante o atual governo do presidente Lula.

 Dados oficiais e levantamentos de entidades de segurança e direitos humanos indicam que, apesar da retomada de programas federais e de campanhas de conscientização, os crimes seguem em alta em diversas regiões do país.

No caso da violência contra a mulher, registros do sistema nacional de denúncias mostram dezenas de milhares de ocorrências anuais, incluindo agressões físicas, ameaças e tentativas de feminicídio. Em 2024, o número de mulheres assassinadas em razão do gênero voltou a chamar atenção de autoridades e especialistas, que classificam o cenário como alarmante. 

As estatísticas revelam ainda que a maioria das vítimas é morta por parceiros ou ex-companheiros, dentro do próprio ambiente doméstico.
Já a violência homofóbica também apresenta crescimento preocupante. Relatórios recentes apontam aumento nos assassinatos e agressões contra pessoas LGBTQIA+, além da subnotificação de casos, especialmente em cidades do interior.

 Especialistas destacam que crimes motivados por preconceito seguem sendo um dos maiores desafios para as forças de segurança e para o sistema de Justiça.
Diante desse cenário, o governo federal afirma ter ampliado ações de enfrentamento, como a reestruturação do Ministério das Mulheres, o fortalecimento do Ligue 180 e campanhas nacionais de prevenção, a exemplo do programa “Feminicídio Zero”.

 Também foram anunciadas iniciativas voltadas à proteção de grupos vulneráveis e à integração entre União, estados e municípios.
Críticos, no entanto, avaliam que as políticas públicas ainda não produziram impacto suficiente na redução dos crimes, argumentando que os números refletem falhas na prevenção, na fiscalização de medidas protetivas e na punição dos agressores.

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