Notícias
Milei comemora ataque dos EUA à Venezuela e captura de Maduro
Presidente da Argentina diz que “a liberdade avança” após ação militar confirmada por Donald Trump
O presidente da Argentina, Javier Milei, comemorou neste sábado (03) o ataque militar realizado pelos Estados Unidos contra a Venezuela e a suposta captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro.
Em uma publicação na rede social X (antigo Twitter), Milei compartilhou a notícia sobre a captura de Maduro e escreveu a frase: “A liberdade avança”, em referência à operação anunciada pelo governo norte-americano.
Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que os EUA realizaram um ataque militar contra a Venezuela e afirmou que Nicolás Maduro foi capturado e levado para fora do país. Trump classificou a ação como bem-sucedida e prometeu divulgar mais detalhes posteriormente.
Por outro lado, o regime venezuelano afirma não saber onde está Maduro. A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, declarou que o governo desconhece o paradeiro do presidente e de sua esposa, aumentando a incerteza em torno das informações divulgadas por Washington.
As declarações de Milei reforçam o alinhamento do governo argentino com a posição dos Estados Unidos em relação à Venezuela, em meio à repercussão internacional do episódio.
WhatsApp
Receba notícias do Em Tempo Notícias no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar a nossa comunidade:
https://chat.whatsapp.com/K8GQKWpW3KDKK8i88MtzsuComentários
Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do Em tempo Notícias ou de seus colaboradores.
últimas
-
TRAGÉDIA
MP acompanha investigações de acidente que matou 16 em Alagoas
-
CARAVANA
Tragédia: 16 romeiros morrem em acidente com ônibus em AL
-
HOMENAGEM
Tutmés Airan sugere a mudança de nome da Av. Fernandes Lima
-
Tragédia
Acidente grave na parte alta de Maceió deixa motociclista morto durante a madrugada
-
Levantamento
Guerra na Ucrânia já custou mais de 1 milhão de baixas à Rússia, aponta estudo internacional



