Notícias
Polícia Civil investiga brigas entre torcidas após jogo entre CRB e Ferroviária em Maceió
Confusões ocorreram dentro do Estádio Rei Pelé e no bairro do Jacintinho; sistema de reconhecimento facial deve ajudar na identificação dos envolvidos
A Polícia Civil de Alagoas abriu um inquérito para apurar duas brigas envolvendo torcedores ocorridas após a partida entre CRB e Ferroviária, pela Série B, na noite dessa segunda-feira (13). O primeiro confronto aconteceu dentro do Estádio Rei Pelé e o segundo, logo depois, em uma rua do bairro Jacintinho.
Segundo o delegado Bruno Tavares, coordenador do Núcleo de Planejamento Operacional, as investigações incluem análise de imagens das confusões e a utilização do sistema de reconhecimento facial do estádio, que possui cadastro de integrantes das torcidas organizadas. O objetivo é identificar os participantes e solicitar à Justiça que eles sejam impedidos de frequentar jogos futuros.
“O trabalho visa mostrar a relação entre os episódios e responsabilizar quem promove tumulto e violência dentro e fora do estádio”, afirmou o delegado.
Após a conclusão do inquérito, o caso será enviado ao Ministério Público de Alagoas e ao Poder Judiciário. A população pode colaborar fornecendo informações por meio do Disque Denúncia 181, sem necessidade de se identificar.
WhatsApp
Receba notícias do Em Tempo Notícias no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar a nossa comunidade:
https://chat.whatsapp.com/K8GQKWpW3KDKK8i88MtzsuComentários
Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do Em tempo Notícias ou de seus colaboradores.
últimas
-
TRAGÉDIA
MP acompanha investigações de acidente que matou 16 em Alagoas
-
CARAVANA
Tragédia: 16 romeiros morrem em acidente com ônibus em AL
-
HOMENAGEM
Tutmés Airan sugere a mudança de nome da Av. Fernandes Lima
-
Tragédia
Acidente grave na parte alta de Maceió deixa motociclista morto durante a madrugada
-
Levantamento
Guerra na Ucrânia já custou mais de 1 milhão de baixas à Rússia, aponta estudo internacional



