Notícias
Saiba quais foram os nomes mais registrados no Brasil em 2022
Agência Tatu analisou os nomes mais registrados no país, disponibilizados pelo Registro Civil; confira as preferências por região
Gael e Maria Alice foram os nomes mais registrados no país em 2022, de acordo com dados do Registro Civil. É o que revela reportagem produzida pela Agência Tatu.
Esses nomes se destacaram entre as escolhas dos pais e mães na hora de registrar seus filhos em diversos estados brasileiros, nas diferentes regiões.
A Agência Tatu analisou os nomes mais registrados no Brasil, disponibilizados pelo Registro Civil, em que aparecem ainda como os mais populares Miguel, Arthur e Helena.
Enquanto Gael foi o nome mais registrado em 498 municípios do Brasil, Maria Alice aparece em destaque em 471 cidades, seguido de Miguel em 452.
Arthur e Helena foram os mais registrados em 271 e 250 municípios, respectivamente.
O nome Gael é bastante popular em várias regiões do Brasil, com exceção do Sul, que teve Miguel, Helena, Arthur e Alice como os mais registrados.
Já Maria Alice está presente entre os cinco nomes mais populares em todas as regiões.
Os dados do Registro Civil apontam também que os nomes compostos ainda são muito populares entre os brasileiros. Além de Maria Alice, aparecem em destaque Enzo Gabriel, Maria Cecília e João Miguel.
WhatsApp
Receba notícias do Em Tempo Notícias no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar a nossa comunidade:
https://chat.whatsapp.com/K8GQKWpW3KDKK8i88MtzsuComentários
Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do Em tempo Notícias ou de seus colaboradores.
últimas
-
TRAGÉDIA
MP acompanha investigações de acidente que matou 16 em Alagoas
-
CARAVANA
Tragédia: 16 romeiros morrem em acidente com ônibus em AL
-
HOMENAGEM
Tutmés Airan sugere a mudança de nome da Av. Fernandes Lima
-
Tragédia
Acidente grave na parte alta de Maceió deixa motociclista morto durante a madrugada
-
Levantamento
Guerra na Ucrânia já custou mais de 1 milhão de baixas à Rússia, aponta estudo internacional



