Cultura
10ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas já tem data marcada e muitas novidades
O maior evento cultural e literário do estado ocorrerá entre os dias 11 e 20 de agosto, no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, no bairro de Jaraguá, em Maceió. A expectativa é receber cerca de 400 mil visitantes, dentre eles 50 a 100 mil estudantes e 20 mil visitantes de instituições de ensino superior.
Durante reunião com produtores culturais da Coordenação de Assuntos Culturais da Ufal, a coordenadora geral da Bienal, Sheila Maluf, apresentou alguns dos nomes confirmados para o evento, tais como Ailton Krenak, Itamar Vieira Júnior, Jessier Quirino, Nelson Motta, Maitê Proença e Marco Lucchesi, além de outros dez nomes que serão trazidos por parceiros da Bienal, como Sebrae, Editora Cortez e Sesc. Ainda segundo Sheila, a programação está sendo costurada e é possível que haja mudanças.
Ao todo, serão cerca de 250 atividades nos segmentos de livro e leitura, com palestras, oficinas, mesas-redondas, encontros literários e artísticos, contações de histórias musicadas e bate-papo seguidos de lançamentos de livros. Além disso, a Bienal prevê a presença de 130 estandes com a participação de 350 editoras, incluindo grandes nomes como Vozes, Paulos, Paulinas, Boitempo, Cortez, Bagaço, do Senado Federal, Sesc São Paulo, Mundo Leitura, Ciranda Cultural, Imprensa Oficial e Biblioteca Pública Graciliano Ramos, Quilombada, além de editoras de universidades como USP, Unesp, Unicamp e UFMG, dentre outras.
Sheila Maluf destacou a importância de retomar o protagonismo do livro e disse estar em contato com editores e livreiros para garantir uma programação que valorize a literatura. A expectativa é de uma comercialização de cerca de 5 milhões durante a Bienal, a capacitação de 9 a 10 mil pessoas pelas diversas atividades da programação e a geração de aproximadamente 700 empregos.
A Bienal deste ano representa um momento de retomada e celebração, após o período de pandemia, segundo o reitor da Ufal. O evento será uma oportunidade para que as pessoas possam se reencontrar e comemorar a sobrevivência. A emoção e a adrenalina da Bienal foram destacadas pela coordenadora geral, Sheila Maluf, que afirmou se sentir emocionada a cada edição do evento. “Cada dia de Bienal, eu choro. Quando vejo aquela multidão de crianças, as pessoas discutindo livros, isso é altamente emocionante. Eu me arrepio até hoje. Bienal é adrenalina”, declarou.
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