A política está com raiva, ódio e fratura da convivência
Partindo do princípio de que o politicamente correto é uma forma de hipocrisia, as doses de excesso são desejáveis para o grande público, em praticamente todos os níveis da sociedade.
Pelo que Alagoas representa no cenário da política nacional, no comparativo com os números gerais, a ressonância é inversa. É verdade que os números e indicadores (na saúde, educação e políticas sociais) apontam para o melhoramento, mas ainda muito distante do aceitável, diante de todo poder político que temos.
Na política, assim como na vida, o resultado é fruto das escolhas. Num contexto bem específico fica claro que (politicamente falando) estamos escolhendo errado há muito tempo.
Com exceção do Pilar, que passa por uma transformação avassaladora em todos os aspectos, não há nenhum outro lugar em Alagoas que possamos apontar como modelo de transformação.
A política, temos visto, tem sido um ringue sem regras, num péssimo exemplo em que já não vale a pena citar os malvados personagens.
Na vida e na política temos que pagar o preço. A questão é saber que preço você e eu queremos pagar. O preço pela vitória ou o da derrota.
O que sai da boca (suja) e a linguagem dos gestos (controversos) dizem muito sobre quem são e o que pensam os poderosos acusadores que estão tomados pelos males do orgulho. A ira dos personagens causa fratura na Democracia, além de não trazer resultados. É a realidade de Alagoas.
Frase do dia: O orgulho engana. Restaure sua identidade (startei esse processo – em mim)
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