Alagoas
Declaração de vacinação contra Febre Aftosa em Alagoas vai até dia 15
Criadores têm até dia 15 para cumprir obrigatoriedade; Adeal alerta para evitar contratempos.
Os criadores alagoanos têm até o dia 15 deste mês para realizar a declaração de vacinação contra a febre aftosa. Essa obrigatoriedade pode ser cumprida de forma virtual, através do sidagro-produtor, ou de forma presencial, em um dos escritórios da Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal).
Apesar do prazo estendido até o dia 15 de maio, a Adeal recomenda que os criadores não deixem para fazer a declaração na última hora. Além da documentação pessoal, é necessário apresentar a nota fiscal da compra da vacina.
A meta da Adeal é vacinar 100% do rebanho de bovinos e bubalinos de Alagoas, que chega a quase 1,3 milhão de animais. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) determina que a cobertura vacinal mínima do rebanho seja de 90%.
Quanto às penalidades, criadores que não realizarem a declaração ficam impedidos de retirar a Guia de Trânsito Animal (GTA) e de circular e comercializar os animais, além de estarem sujeitos a multas previstas na legislação.
No caso de não vacinação, a multa corresponde a dez Unidades Padrão Fiscal do Estado de Alagoas (UPFAL), enquanto a não declaração acarreta em multa de 30 unidades.
WhatsApp
Receba notícias do Em Tempo Notícias no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar a nossa comunidade:
https://chat.whatsapp.com/K8GQKWpW3KDKK8i88MtzsuComentários
Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do Em tempo Notícias ou de seus colaboradores.
últimas
-
TRAGÉDIA
MP acompanha investigações de acidente que matou 16 em Alagoas
-
CARAVANA
Tragédia: 16 romeiros morrem em acidente com ônibus em AL
-
HOMENAGEM
Tutmés Airan sugere a mudança de nome da Av. Fernandes Lima
-
Tragédia
Acidente grave na parte alta de Maceió deixa motociclista morto durante a madrugada
-
Levantamento
Guerra na Ucrânia já custou mais de 1 milhão de baixas à Rússia, aponta estudo internacional



