Alagoas
Polícia quer saber de quem são os 110 kg de drogas
Motorista do ônibus que transportava 87 kg de maconha e 23 kg de cocaína desconhecia origem do produto
Continua um mistério a origem da droga apreendida em um ônibus de passageiros que vinha de São Paulo para Maceió. O veículo foi interceptado em São Sebastião, nessa quinta-feira, 08, e mais de 100 quilos de drogas, entre cocaína e maconha, foram encontrados. O motorista do veículo disse que desconhece quem era o proprietário delas. Na operação, produtos pirateados, ou seja, sem notas fiscais, também foram recolhidos. Ninguém foi preso.
Segundo informações do 3º Batalhão da PM, a equipe do Canil recebeu o chamado para dar apoio à Polícia Rodoviária Federal (PRF) na operação. Durante as buscas no ônibus, os policiais encontraram seis caixas com a grande quantidade de drogas e os itens, como aparelhos celulares e roupas, sem comprovantes fiscais.
Ao todo, a polícia apreendeu 87 kg de maconha, 23 kg de cocaína, nove celulares da marca iPhone, dois da marca Xiaomi, quatro caixas de produtos de cosméticos e seis pacotes de peças de vestuário.
Diante do flagrante, as drogas apreendidas foram encaminhadas para a sede da Polícia Federal, em Maceió, e os produtos foram levados para a Sefaz, em Porto Real do Colégio, no Baixo São Francisco alagoano.
WhatsApp
Receba notícias do Em Tempo Notícias no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar a nossa comunidade:
https://chat.whatsapp.com/K8GQKWpW3KDKK8i88MtzsuComentários
Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do Em tempo Notícias ou de seus colaboradores.
últimas
-
TRAGÉDIA
MP acompanha investigações de acidente que matou 16 em Alagoas
-
CARAVANA
Tragédia: 16 romeiros morrem em acidente com ônibus em AL
-
HOMENAGEM
Tutmés Airan sugere a mudança de nome da Av. Fernandes Lima
-
Tragédia
Acidente grave na parte alta de Maceió deixa motociclista morto durante a madrugada
-
Levantamento
Guerra na Ucrânia já custou mais de 1 milhão de baixas à Rússia, aponta estudo internacional



